Em Angola, os surdos angolanos têm a sua língua gestual, com alguma influência da LIBRAS e da LGP, os brasileiros e os portugueses têm dado formações de língua gestual e cedido os seus materiais, o que acabou por provocar uma mistura das três línguas.
Mas na situação escolar, os surdos ainda estão longe de uma educação bilingue, estando misturados nas escolas com outros deficientes.